sexta-feira
6 fevereiro

Exército apreende 112 quilos de skunk na fronteira amazônica, ação do 3º PEF intercepta embarcação em porto clandestino e remove arma e motor de popa

Operação do 3º Pelotão Especial de Fronteira no patrulhamento fluvial, por volta das 18h30, interrompe rota de tráfico e reforça presença militar na Amazônia Ocidental

Uma ação do Exército Brasileiro resultou na apreensão de grande quantidade de drogas e material ilícito durante patrulhamento na faixa de fronteira da Amazônia Ocidental.

O 3º Pelotão Especial de Fronteira manteve acompanhamento de uma embarcação suspeita, após identificar movimentação em um porto clandestino, e conseguiu realizar a interceptação em momento oportuno.

Ao final da operação foram localizados e recolhidos entorpecentes e objetos abandonados pelos ocupantes, que fugiram pela mata, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.

Apreensão e itens encontrados

Os militares localizaram e apreenderam 112 quilos de skunk, além de uma espingarda calibre .32 e um motor de popa, material que foi deixado na embarcação quando os ocupantes perceberam a aproximação da patrulha.

O volume de droga evidencia o uso de rotas fluviais para o transporte de entorpecentes na região, e soma-se às ações de combate ao tráfico transnacional que usam a Amazônia como corredor logístico.

Patrulhamento fluvial e tática de abordagem

O patrulhamento foi desencadeado por volta das 18h30, após a identificação de movimentação suspeita em área utilizada como porto clandestino, informação que inicialmente dificultou a abordagem direta da embarcação.

O 3º Pelotão Especial de Fronteira demonstrou conhecimento do terreno e operacionalidade ao manter acompanhamento e interceptar a embarcação em momento oportuno, reforçando a importância do patrulhamento fluvial na faixa de fronteira.

Impactos na segurança e no meio ambiente

O skunk apreendido é uma droga de alto valor agregado, frequentemente associada a redes criminosas transnacionais, e sua circulação está ligada a crimes ambientais, como garimpo ilegal e desmatamento.

Ao retirar esse material de circulação, a ação contribui para a segurança pública e para a proteção da Amazônia, enfraquecendo cadeias logísticas que financiam atividades ilícitas na região de fronteira.

Presença militar e soberania

Os Pelotões Especiais de Fronteira atuam como elementos-chave da presença permanente do Exército nas áreas remotas do país, e em Vila Bittencourt o 3º PEF funciona como sentinela avançada do Estado.

A operação reafirma o compromisso do Exército com a defesa da soberania, o controle do território e a segurança da população, sintetizado no lema, Exército Presente, Amazônia Protegida.

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