sábado
7 março

Museu Militar do Forte do Brum incorpora réplica funcional de canhão com Reparo à Onofre, peça histórica que revela funcionamento real da artilharia brasileira do século XIX

Réplica histórica com Reparo à Onofre passa a integrar o acervo e mostra, de forma prática, o sistema operacional usado em fortificações costeiras, ampliando ensino e pesquisa

O Museu Militar do Forte do Brum incorporou uma réplica funcional de canhão equipada com Reparo à Onofre, peça que resgata com fidelidade o funcionamento da artilharia brasileira do século XIX.

A réplica foi doada pelo artesão Jonas Calixto, e chega para reforçar o compromisso do museu com a preservação da memória militar e a difusão do conhecimento histórico ao público.

A presença da peça no acervo amplia o potencial didático, oferecendo leitura mais fiel da engenharia militar e da doutrina de artilharia da época, e valoriza o trabalho artesanal especializado.

conforme informação divulgada pelo Museu Militar do Forte do Brum.

O verdadeiro reparo de combate

“Ao contrário dos carrinhos decorativos comumente utilizados em exposições, o Reparo à Onofre era um sistema operacional, desenvolvido no Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro durante o século XIX.”

O texto da instituição explica que o sistema foi projetado para emprego real em combate, em que “o reparo absorvia o recuo do disparo, permitia ajustes precisos de pontaria, oferecia estabilidade ao conjunto e suportava o peso e a vibração do tiro.”

Autenticidade e preservação da memória

A introdução da réplica funcional representa um avanço qualitativo para o acervo do museu, pois, além do aspecto estético, a peça demonstra como os canhões eram operados de fato.

Ao investir em autenticidade histórica com o Reparo à Onofre, o Forte do Brum fortalece seu papel como espaço de preservação, pesquisa e divulgação da história militar brasileira.

História viva para o visitante

A nova réplica amplia o potencial didático e educativo do museu, oferecendo aos visitantes a oportunidade de visualizar, de forma concreta, os princípios que regiam o emprego da artilharia.

Além do valor técnico, a iniciativa valoriza o ofício artesanal, reconhecendo o empenho e a qualidade técnica do doador, o artesão Jonas Calixto, na reconstrução do patrimônio histórico.

Uso educativo e acesso público

Estudantes, pesquisadores e entusiastas da história militar ganham um recurso valioso para compreender procedimentos e tecnologias do século XIX, com atenção à segurança e à conservação.

Para sugestões de matérias ou comunicações sobre o acervo, a informação divulgada pelo museu inclui um canal de contato para o público interessado.

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