Operação coordenada pela 16ª Brigada e pelo Comando de Fronteira Japurá empregou progressão em ambiente de selva, orientação terrestre e integração com órgãos civis no resgate indígena em Tefé
Três dias após o início das buscas, a tropa especializada manteve patrulhas contínuas em área de mata fechada, focada em encontrar o indígena desaparecido, preservar sua vida e viabilizar atendimento médico.
O trabalho exigiu resistência física, leitura de indícios naturais e deslocamento em terreno de alta complexidade, com visibilidade limitada e umidade elevada, condições típicas da região amazônica.
Ao final da operação, o indígena foi localizado com vida e evacuado para atendimento emergencial, conforme informação divulgada pelo Comando de Fronteira Japurá/17º Batalhão de Infantaria de Selva.
Operação de busca em ambiente de selva
A missão foi conduzida pelo 17º Batalhão de Infantaria de Selva, vocacionado para atuação em guerra na selva, que empregou frações adestradas em orientação terrestre, leitura de indícios naturais e progressão em terreno de alta complexidade.
Segundo a comunicação oficial, a região apresenta vegetação fechada e limitações de visibilidade, por isso o planejamento minucioso e a prontidão física da tropa foram determinantes para o sucesso do resgate indígena em Tefé.
Integração institucional e apoio humanitário
A operação contou com o apoio da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros, o que ampliou a capacidade de resposta e reduziu o tempo crítico de busca.
Após a localização, os militares fizeram os primeiros procedimentos de segurança e providenciaram a evacuação até o Hospital Regional de Tefé, garantindo atendimento médico imediato ao indígena encontrado.
Presença estratégica e proteção da Amazônia
A coordenação da 16ª Brigada de Infantaria de Selva garantiu integração entre meios militares e órgãos civis, e evidenciou que, em áreas remotas, o Exército frequentemente representa a principal estrutura de resposta rápida.
Conforme a nota institucional, missões como essa mostram a versatilidade da tropa amazônica, preparada tanto para o combate quanto para apoio à população civil, e reafirmam o lema “Exército Presente, Amazônia Protegida”.


