Na prática, a logística fluvial no Amazonas permitiu que o 2º Batalhão Logístico de Selva transportasse empresários e representantes da indústria até a comunidade de Duraka para entrega de donativos
Uma operação no Alto Rio Negro mostrou como a logística fluvial no Amazonas funciona como instrumento de integração e presença estatal.
A comitiva embarcou para a Ilha de Duraka com apoio do Exército, em um deslocamento que uniu capacidades militares e iniciativa privada.
Os detalhes da atividade foram divulgados pela imprensa local, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.
Como foi a operação
Segundo o relato da cobertura, “No último sábado, 7 de fevereiro de 2026, o 2º Batalhão Logístico de Selva realizou o transporte fluvial de uma comitiva da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas e do Centro da Indústria do Estado do Amazonas até a Ilha de Duraka, no Alto Rio Negro, para a entrega de doações à comunidade local.”
A ação exigiu planejamento de segurança, emprego de lanchas e conduta especializada na navegação, mostrando que a logística fluvial no Amazonas depende de meios e equipes treinadas para operar em rios que são verdadeiras estradas.
Parceria entre Exército e indústria
O apoio militar amplificou o alcance da iniciativa da indústria local, com presença de representantes da FIEAM e do CIEAM. A visita não foi apenas para distribuir itens, ela reforçou vínculos humanos e institucionais já iniciados em encontros anteriores.
Além disso, “Também participaram da atividade o General de Divisão Omar Zendim, diretor executivo do CONDEFESA Amazônia, o Comandante da Brigada Araribóia, General de Brigada Campos Mota, além de integrantes do grupo Jovens Guerreiras, formado por esposas de militares que servem em São Gabriel da Cachoeira.”
Essas presenças mostram que a cooperação entre setor produtivo, Forças Armadas e sociedade civil pode ampliar o impacto social de ações no interior do Amazonas.
Impacto humano e cultural na comunidade
O ponto alto da visita foi o contato direto com a população de Duraka, que incluiu uma apresentação cultural indígena, celebrando tradições e fortalecendo o respeito mútuo entre visitantes e moradores.
A cobertura ressalta que a atuação do Exército no Alto Rio Negro vai além da segurança, ela representa “apoio social, respeito cultural e presença permanente” para comunidades isoladas.
Para moradores e visitantes, a operação reafirmou que a logística fluvial no Amazonas é essencial para garantir dignidade, integração e continuidade da vida em localidades ribeirinhas.
Por que importa
Atividades como essa ilustram a importância de manter capacidades logísticas adaptadas às particularidades da região, com impacto direto na entrega de serviços e no fortalecimento de redes locais.
Com a combinação de meios do Exército e iniciativa da indústria, a logística fluvial no Amazonas se reafirma como instrumento de coesão territorial e ação social, atingindo pontos onde o acesso terrestre é inexistente.
Para mais informações e para enviar sugestões, a reportagem indica contato com os canais de cobertura locais, conforme divulgado pelo Defesa em Foco.


