No contexto da Operação Controle, a presença ampliada do Exército em Pacaraima fortaleceu a vigilância na faixa de fronteira e converteu a apreensão de diesel em alvo estratégico para combater rotas de contrabando
Patrulhas terrestres e apoio aéreo do Exército atuaram na região de Pacaraima, no extremo norte de Roraima, para coibir o transporte ilegal de insumos que sustentam atividades criminosas e ameaçam o meio ambiente.
As ações foram coordenadas pela 1ª Brigada de Infantaria de Selva e executadas por tropas do Batalhão Amazonas, que mantêm atuação permanente na Amazônia para ordenar o trânsito na fronteira e apoiar outros órgãos do Estado.
A operação resultou na retenção de grande volume de combustível e evita que insumos sejam usados em cadeias criminosas, conforme informação divulgada pelo Exército Brasileiro.
Operação Controle e atuação na faixa de fronteira
A Operação Controle integra um conjunto de ações do Exército voltadas à vigilância da faixa de fronteira, com foco em áreas sensíveis da Amazônia Legal. Em Pacaraima, tropas empregaram patrulhas terrestres e apoio aéreo para localizar e impedir cargas irregulares. Em operação recente, as tropas apreenderam aproximadamente 12 mil litros de diesel, transportados de forma ilegal pela fronteira, evidenciando a eficácia da presença militar na faixa de fronteira.
Impactos ambientais, econômicos e de segurança energética
O transporte ilegal de combustível alimenta atividades como garimpo ilegal, desmatamento e poluição de rios, e também causa prejuízos à arrecadação e à segurança energética. A apreensão de diesel impede que esse insumo abasteça cadeias criminosas, protegendo tanto recursos naturais quanto a economia local.
Capacidade operacional e presença do Exército
O resultado da ação destaca a capacidade operacional do Batalhão Amazonas e das tropas de Infantaria de Selva, mantendo alto grau de prontidão e mobilidade em ambientes complexos. A atuação reafirma o compromisso do Exército com a defesa da soberania e a proteção ambiental, alinhada ao lema “Tudo pela Amazônia! Selva!”.
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