Na faixa de fronteira amazônica, a apreensão de drogas na Amazônia pela Operação CURARE 2026 retirou do crime organizado aproximadamente 300 kg, gerando perdas financeiras significativas, R$ 6,8 milhões
A região da Amazônia voltou a ser palco de uma grande apreensão, com operação coordenada por tropas e órgãos de segurança.
A ação impôs um golpe ao tráfico na faixa de fronteira e reforçou a vigilância sobre rotas usadas por organizações criminosas.
Conforme informação divulgada pelo Exército Brasileiro, por meio do Comando de Fronteira Solimões/8º Batalhão de Infantaria de Selva (8º BIS)
Operação integrada e atuação na fronteira
A Operação CURARE 2026 ocorreu entre os dias 6 e 12 de abril, reunindo forças estaduais, federais e internacionais, incluindo órgãos de segurança brasileiros e unidades das Forças Armadas da Colômbia.
O trabalho conjunto permitiu patrulhas e ações em área de difícil acesso, mostrando a importância da cooperação para combater o crime transnacional.
Apreensão das substâncias e impacto econômico
Durante a operação foram apreendidos aproximadamente 300 kg de entorpecentes, entre pasta base de cocaína e skunk, gerando um prejuízo estimado em R$ 6,8 milhões ao narcotráfico.
Essa quantidade representa um impacto direto nas cadeias de distribuição das organizações criminosas que atuam na fronteira amazônica.
Presença permanente e proteção socioambiental
O Comando de Fronteira Solimões/8º Batalhão de Infantaria de Selva (8º BIS) mantém presença constante na Amazônia, atuando na defesa da soberania nacional e no combate a ilícitos transnacionais.
Além da repressão ao tráfico, a atuação contribui para a preservação ambiental e para a proteção das populações locais e povos originários, áreas frequentemente afetadas por atividades criminosas.
A operação também contou com apoio de diversas forças de segurança nacionais e internacionais, demonstrando que a integração é estratégica para resultados mais efetivos na região.


