Encontro em Leticia reúne comando militar do Brasil, autoridades da Colômbia e do Peru, para intensificar o combate a crimes na Amazônia com ações sincronizadas e troca de inteligência
O Exército Brasileiro, por meio da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, liderou uma reunião trilateral em Leticia com forças militares da Colômbia e do Peru.
O objetivo foi alinhar estratégias para o **combate a crimes na Amazônia**, incluindo tráfico de drogas, contrabando, crimes ambientais e garimpo ilegal.
O encontro contou com a presença do General de Exército Viana Filho e representantes de alto escalão dos três países, conforme informação divulgada pelo Exército Brasileiro.
Integração militar amplia atuação na faixa de fronteira
A reunião reforçou a importância da integração entre unidades locais, como o Comando de Fronteira Solimões, 8º BIS, e o Comando de Fronteira Japurá, 17º BIS, para o **combate a crimes na Amazônia**.
Segundo a agenda apresentada, o alinhamento tático visa padronizar procedimentos e acelerar a troca de informações de inteligência, reduzindo a capacidade de movimentação de organizações criminosas.
Operações Espelho como instrumento estratégico
As chamadas Operações Espelho foram apontadas como ferramenta central, pois permitem ações simultâneas em cada país, dificultando rotas de fuga e logística dos grupos ilícitos.
Participantes destacaram que a sincronização operacional aumenta a eficiência das patrulhas fluviais e terrestres, e amplia a presença estatal em áreas de difícil acesso.
Amazônia como eixo de soberania, segurança e preservação
A atuação conjunta trata a Amazônia como prioridade de segurança regional, conectando defesa, meio ambiente e desenvolvimento sustentável no mesmo plano de ação.
Além de combater crimes, a cooperação busca proteger recursos naturais e comunidades locais, fortalecendo a proteção da biodiversidade frente a atividades ilegais.
Alinhamento operacional e próximos passos
A presença de lideranças como o General de Brigada Morgero e o General de Brigada Corbari sinaliza que o **combate a crimes na Amazônia** entrou em uma agenda regional permanente.
Os países planejam ampliar exercícios conjuntos, intensificar o compartilhamento de inteligência e manter a coordenação contínua, consolidando um modelo de segurança cooperativa na região.


