Campanha do treinamento de pilotos de helicópteros reuniu sete pilotos do EsqdHU-1 em simuladores AS350 e AS365, entre 13 e 17 de julho, para emergências e voo por instrumentos
Um destacamento da Aviação Naval participou de uma campanha de simuladores no Centro de Instrução de Aviação do Exército, em Taubaté, com foco em procedimentos de emergência e operação em baixa visibilidade.
O objetivo foi elevar a prontidão e a segurança de voo das tripulações, aproveitando a estrutura do Exército Brasileiro para ampliar o adestramento da Marinha.
Os detalhes da atividade foram divulgados pela imprensa de defesa e indicam forte cooperação entre as Forças, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.
Datas, participação e propósito da campanha
Segundo a publicação, “A campanha foi realizada entre os dias 13 e 17 de julho e contou com um Destacamento Aéreo Naval formado por sete pilotos do EsqdHU-1.” A ação teve como foco aprimorar o gerenciamento de emergências e a Segurança de Aviação.
O intercâmbio permitiu aos pilotos simular situações de risco em ambiente controlado, sem exposição das aeronaves reais a danos, mantendo o ritmo de adestramento operacional.
Simuladores e cenários de alta complexidade
Na avaliação das equipes, o uso de simuladores amplia o leque de treino para falhas e condições adversas, fortalecendo a tomada de decisão em momentos críticos.
Conforme divulgado, “Durante a campanha foram utilizados simuladores das aeronaves AS350 Esquilo (Fennec) e AS365 K2 (Pantera), empregados pelo Exército Brasileiro em atividades de instrução.” A compatibilidade de sistemas foi determinante para o aproveitamento das plataformas.
Voo por instrumentos e manutenção de proficiência
“Além do treinamento de emergências, o EsqdHU-1 iniciou sua campanha de voo por instrumentos (IFR) durante a atividade em Taubaté.” O trabalho em IFR reforça a capacidade de operar em condições meteorológicas adversas.
Treinar aproximações por instrumentos e procedimentos de navegação em diferentes aeródromos mantém a proficiência operacional dos pilotos e eleva padrões de segurança, principalmente em operações críticas.
Cooperação interforças e ganhos para a Aviação Naval
A iniciativa aproveitou a similaridade entre os sistemas de cabine do AS365 K2 e do EC135 T3, utilizado pela Marinha na versão UH-17, permitindo treino compatível com os procedimentos da Aviação Naval.
Para as Forças, a ação representa otimização de recursos, aumento da interoperabilidade e preservação das tripulações e meios, ao mesmo tempo em que sustenta o elevado nível de adestramento exigido para operações reais.


