No dia 12 de fevereiro a 1ª edição da TECH Selva aproximou Exército, Marinha, Força Aérea, CIEAM e CONDEFESA, com foco em soluções para mobilidade, comunicação e monitoramento na selva
A primeira edição da TECH Selva reuniu, no dia 12 de fevereiro, representantes do Comando Militar da Amazônia, da Marinha, da Força Aérea, do setor produtivo e de universidades do Amazonas, em um encontro voltado à tecnologia e à inovação para a Defesa.
O evento teve como objetivo conectar demandas operacionais às soluções desenvolvidas pela indústria e pela academia, com ênfase em mobilidade em terreno hostil, sistemas de comunicação adaptados e ferramentas de monitoramento remoto para a região amazônica.
A proposta foi fortalecer capacidades estratégicas para a proteção da Amazônia, promovendo autonomia tecnológica, desenvolvimento regional e geração de empregos qualificados.
(conforme informação divulgada pelo Centro de Instrução de Guerra na Selva, CIGS)
Inovação como vetor de soberania na Amazônia
A abertura foi conduzida pelo General de Exército Viana Filho, Comandante Militar da Amazônia, que destacou a inovação tecnológica como elemento essencial para a soberania nacional.
O debate ressaltou que a vastidão territorial, a logística complexa e o ambiente de selva exigem soluções tecnológicas como ferramenta estratégica, e não como um luxo, para ampliar presença e dissuasão na região.
Integração entre Forças Armadas, indústria e academia
A feira promoveu a convergência entre Marinha, Exército e Força Aérea, com a participação do Centro da Indústria do Estado do Amazonas, CIEAM, do Conselho de Desenvolvimento da Indústria de Defesa, CONDEFESA, empresas de tecnologia e universidades locais.
Essa articulação fortalece a Base Industrial de Defesa, estimulando a produção regional de tecnologias, a capacitação de mão de obra especializada e a autonomia tecnológica nacional, fatores considerados essenciais para proteger a Amazônia.
Tecnologias expostas e respostas aos desafios operacionais
Empresas exibiram soluções voltadas à mobilidade em terreno hostil, sistemas de comunicação adaptados ao ambiente amazônico, monitoramento remoto e ferramentas de apoio logístico, buscando atender requisitos operacionais específicos da selva.
As palestras técnicas ampliaram o debate sobre inovação, sustentabilidade e segurança estratégica, evidenciando que a proteção da Amazônia exige conhecimento multidisciplinar e integração entre pesquisa, indústria e operações militares.
CIGS como catalisador de inovação e próximos passos
Com a realização da TECH Selva, o CIGS consolida sua posição como referência internacional em doutrina de guerra na selva e amplia seu papel como catalisador de inovação tecnológica aplicada à Defesa, apontou a organização.
O evento abre caminho para edições futuras que aprofundem a cooperação entre poderes, empresas e universidades, com foco na implantação de soluções operacionais testadas na realidade amazônica.
Para sugestões de matérias ou comunicação de erros, foi informado o canal de contato via WhatsApp 21 99459-4395, conforme a divulgação do evento.


