Veterano da FEB, Mário Marques de Macedo nasceu em 1º de janeiro de 1925, embarcou para a Itália em 8 de fevereiro de 1945 e retornou ao Brasil em 17 de setembro do mesmo ano
O Brasil se despede de um dos últimos representantes da geração que integrou a Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial, um capítulo importante da história militar nacional.
O soldado Mário Marques de Macedo, veterano da FEB, faleceu no dia 6 de março, aos 101 anos, deixando na família e na memória coletiva recordações de sua passagem pelo Teatro de Operações da Itália.
Os dados sobre sua trajetória e os números da participação brasileira no conflito foram divulgados pela cobertura da imprensa especializada, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.
Trajetória do combatente
O veterano nasceu em 1º de janeiro de 1925, no município de Getúlio Vargas, no Rio Grande do Sul. Incorporado à Força Expedicionária Brasileira, embarcou para o Teatro de Operações da Itália em 8 de fevereiro de 1945, onde atuou nas fases finais da campanha, retornando ao Brasil em 17 de setembro do mesmo ano.
Durante a campanha italiana, os combatentes enfrentaram terreno montanhoso, clima rigoroso e combates intensos, condições que marcaram a experiência dos pracinhas brasileiros.
O papel da FEB e o legado dos pracinhas
A participação brasileira no teatro europeu é um marco da história militar do país. Conforme a fonte consultada, Aproximadamente 25 mil militares brasileiros foram enviados à Itália entre 1944 e 1945, atuando em missões de combate, apoio logístico e segurança.
Histórias de veteranos como Mário Marques de Macedo ajudam a preservar a memória desses episódios, e a expressão “A cobra fumou.” aparece como parte do imaginário e das recordações dos que viveram o conflito.
Homenagens e reconhecimento
A Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército, DPHCEx, manifestou profundo pesar pelo falecimento do veterano, ressaltando a relevância de sua trajetória para a memória das Forças Armadas.
Familiares, amigos e apoiadores prestam homenagens a Mário Marques de Macedo, cujo exemplo é ressaltado como inspiração para as novas gerações e símbolo do compromisso dos pracinhas com a liberdade e a democracia.
Memória e preservação
A morte do veterano reforça a urgência de preservar relatos, documentos e testemunhos sobre a participação brasileira na Segunda Guerra, para que futuras gerações compreendam o sacrifício e a importância daquele episódio histórico.
O legado de Mário Marques de Macedo, veterano da FEB, permanece vivo nas lembranças e nas instituições que mantêm acervos e homenagens, e sua história segue integrando o cotidiano de estudo e rememoração do país.


