Como autoridade marítima, a Marinha afirma que a economia azul pode gerar empregos, turismo, energia e logística, desde que haja ordenamento, fiscalização e mudança cultural
A Marinha do Brasil voltou ao centro do debate estratégico ao posicionar o mar como fator decisivo para o desenvolvimento sustentável, com atuação que vai além da defesa, envolvendo segurança e ordenamento das atividades no oceano.
No fórum realizado no Tribunal de Contas do Estado da Bahia, foram destacados os potenciais econômicos e sociais da costa baiana, e a necessidade de integrar preservação ambiental e crescimento econômico de forma coordenada.
O encontro também apontou que é preciso fortalecer a conscientização pública e as políticas para que a economia azul renda benefícios duradouros à população, com foco em governança e planejamento.
conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil durante fórum no Tribunal de Contas do Estado da Bahia, TCE/BA.
Autoridade marítima e responsabilidades estratégicas
Como autoridade marítima, a instituição tem a atribuição de garantir a segurança da navegação e o ordenamento das atividades no mar, além da fiscalização de setores estratégicos da economia azul.
O vice-almirante presente ao fórum ressaltou que a atuação da Marinha é essencial para viabilizar o transporte marítimo, a exploração de recursos naturais, o turismo e a geração de energia, assegurando operações seguras e sustentáveis.
Mentalidade marítima, desafio cultural e estratégico
Um dos pontos centrais do debate foi o distanciamento entre a sociedade e o mar, apesar da extensa costa brasileira, especialmente na Bahia, onde há grande potencial econômico.
Promover a mentalidade marítima depende de educação, divulgação científica e engajamento social, para que políticas públicas e investimentos sigam alinhados com o uso sustentável dos recursos marinhos.
Economia azul e desenvolvimento sustentável na Bahia
Especialistas destacaram que setores como pesca, turismo, energia e logística marítima podem gerar emprego e renda na Bahia, se houver governança eficiente e planejamento estratégico.
A integração entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental foi apontada como essencial para garantir benefícios duradouros à população costeira, com monitoramento e fiscalização permanentes.
Governança, parcerias e próximos passos
O fórum reforçou a necessidade de atuação conjunta entre a Marinha do Brasil, órgãos de controle e entidades internacionais para coordenar a expansão da economia azul, com regras claras e fiscalização eficaz.
Participação pública e parcerias entre setor público e privado foram indicadas como caminhos para transformar o potencial marítimo em resultados concretos para a Bahia e para o país.
Para sugestões de matéria ou comunicação de erros, foi informado o canal oficial: WhatsApp 21 99459-4395.


