SecNSNQ representou a Força em reunião da AIEA, promovendo cooperação nuclear e intercâmbio técnico em salvaguardas, regulação, resposta a emergências e governança
A Marinha do Brasil participou de uma reunião regional da Agência Internacional de Energia Atômica, ampliando sua atuação em fóruns de ciência e tecnologia nuclear.
A representação da Força foi feita pela Secretaria de Segurança Nuclear e Qualidade, SecNSNQ, que ressaltou a experiência brasileira em segurança nuclear e regulação.
O encontro reuniu países da América Latina e Caribe para coordenar projetos no âmbito do programa de cooperação técnica da AIEA, com palestras, workshops e troca de boas práticas, conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil.
Cooperação técnica internacional e o papel da AIEA
A participação reforça a posição do Brasil em iniciativas de cooperação nuclear regionais, com foco em elevar padrões de regulação e governança técnica. A AIEA atuou como plataforma para alinhamento de projetos e para a troca de experiências entre autoridades e centros de pesquisa.
Nos debates, foram priorizados temas como salvaguardas, padrões de segurança e mecanismos de coordenação para projetos conjuntos, fortalecendo a integração entre países da América Latina e Caribe.
Capacitação e intercâmbio de experiências
A programação incluiu palestras, workshops e apresentações de boas práticas que permitiram atualização técnica dos participantes. A presença da SecNSNQ favoreceu o acesso a conhecimentos sobre regulação nuclear, salvaguardas e resposta a emergências.
Esse intercâmbio contribui para a formação de especialistas e amplia a capacidade institucional da Marinha em lidar com desafios complexos no campo nuclear, facilitando a adoção de padrões internacionais.
Impactos estratégicos para a Marinha e para o Brasil
Para a Marinha do Brasil, a intensificação da cooperação nuclear representa ganho direto em capacidades técnicas e operacionais, com reflexos na segurança e na soberania tecnológica.
As experiências e os projetos coordenados no âmbito da AIEA também podem impulsionar o desenvolvimento de iniciativas estratégicas nacionais, tornando a cooperação internacional um vetor para inovação e segurança regional.


