sexta-feira
1 maio

Lancha de busca e salvamento Rio de Janeiro, tecnologia e alcance que mudam resgates no mar com FLIR, autoendireitamento, 700 HP e 200 milhas náuticas

Como a nova lancha de busca e salvamento Rio de Janeiro amplia resgates no litoral sudeste, com velocidade de 30 nós, FLIR noturno, autoendireitamento e autonomia de 200 milhas náuticas

A incorporação da nova lancha amplia a capacidade de resposta da Marinha do Brasil no litoral do Sudeste, oferecendo equipamentos que fazem diferença direta na sobrevivência de náufragos.

A embarcação reúne velocidade, autonomia e sensores avançados para reduzir tempo de busca e melhorar a precisão na localização de vítimas, inclusive à noite e em baixa visibilidade.

Os detalhes da operação e das características da lancha foram divulgados pela Marinha, conforme informação divulgada pela Defesa em Foco.

Tecnologia embarcada que aumenta a chance de salvar vidas

A lancha traz equipamentos que transformam missões de salvamento em cenários complexos em operações mais eficazes, com destaque para o sistema de visão térmica e as comunicações modernas.

a câmera térmica (FLIR), que permite localizar náufragos mesmo à noite ou em condições adversas de visibilidade, um diferencial decisivo em missões críticas, amplia a capacidade de encontrar pessoas na água quando equipamentos óticos convencionais falham.

Além da FLIR, a embarcação conta com radar e sistemas de comunicação avançados, recursos que tornam a coordenação com o sistema Salvamar mais eficiente em operações coordenadas.

Velocidade, autonomia e capacidade operacional

Equipada com dois motores de 700 HP, a embarcação atinge até 30 nós (56 km/h), reduzindo significativamente o tempo de resposta em emergências, um fator crítico quando cada minuto conta em operações de busca e salvamento.

Com autonomia de cerca de 200 milhas náuticas (370 km), a nova lancha amplia o raio de atuação das equipes de resgate, podendo atender ocorrências em áreas mais distantes da costa, o que aumenta a cobertura do Salvamar no Sudeste.

A embarcação tem capacidade para resgatar até 20 pessoas e operar com apenas quatro militares, o que otimiza o emprego de pessoal sem comprometer a eficiência operacional, tornando as ações mais sustentáveis e rápidas.

Segurança da tripulação e modernização do sistema

Outro destaque é a capacidade de autoendireitamento, que garante que a lancha retorne à posição normal mesmo após capotamento, aumentando a segurança da tripulação e a continuidade da operação, recurso essencial em mar agitado.

A LSAR Rio de Janeiro passa a integrar o sistema Salvamar e ficará inicialmente empregada pela Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, com possibilidade de atuar em toda a área do Comando do 1º Distrito Naval, reforçando a presença operacional da Força Naval na região.

A chegada do novo meio também impulsiona a atualização de procedimentos operacionais e rotinas de manutenção, alinhando a Marinha às exigências tecnológicas contemporâneas e às melhores práticas internacionais, com foco na proteção da vida humana no mar.

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