quarta-feira
12 agosto

Operação Uiraçu amplia capacidade de combate na selva amazônica, Exército Brasileiro valida OVN e técnicas aeromóveis com Pantera e Jaguar para resposta rápida

Operação Uiraçu reforça presença estratégica na Amazônia Oriental com voos táticos, infiltração aeromóvel e emprego de tecnologia para atuação em ambientes de alta complexidade

A Operação Uiraçu concluiu uma série de exercícios que ampliaram a capacidade do Exército de atuar na selva amazônica, com ênfase em rapidez de resposta e inserção em áreas de difícil acesso.

As atividades combinaram manobras aeromóveis, técnicas de infiltração e treinamentos noturnos, elevando a prontidão das unidades destacadas na região, com foco em cenários reais de combate na selva.

O exercício teve participação do Destacamento de Aviação do Exército do Comando Militar do Norte e integração com tropas de selva, em ações que reforçam a presença do Estado em áreas remotas, conforme informação divulgada pelo Exército Brasileiro.

Domínio técnico e técnicas aeromóveis

A operação demonstrou o domínio técnico em infiltração aeromóvel, com execução de técnicas específicas para inserção de tropas em ambiente amazônico, garantindo precisão e segurança nas manobras.

Segundo a divulgação oficial, entre as ações realizadas estiveram “rapel, fast rope, guincho e transporte de carga por meio das aeronaves Pantera e Jaguar.” Essa combinação permite acesso a locais sem infraestrutura, ampliando o alcance das operações.

Integração com o 2º Batalhão de Infantaria de Selva

A integração entre a aviação do Exército e o 2º Batalhão de Infantaria de Selva (2º BIS) reforçou o emprego conjunto, potencializando a capacidade operacional em cenários de combate na selva, com coordenação entre aeronaves e tropas de solo.

As manobras aeromóveis e os voos táticos a baixa altitude exigiram elevado nível de perícia das tripulações, o que é crucial para missões de infiltração e apoio logístico em áreas de difícil acesso.

Tecnologia, visão noturna e prontidão permanente

Um avanço testado na operação foi o uso de Óculos de Visão Noturna (OVN), que permitem operações em escuridão total, ampliando a consciência situacional e a eficiência em patrulhamento e vigilância noturna.

O emprego do OVN melhora a capacidade de atuação independente do horário, contribuindo para a dissuasão e a prontidão permanente do Exército Brasileiro na região amazônica.

Presença estratégica e segurança na Amazônia

A Operação Uiraçu reafirma a presença do Estado em áreas remotas da Amazônia, fortalecendo a vigilância e a proteção de regiões estratégicas, além de consolidar a atuação da Força Terrestre na defesa da soberania nacional.

O conjunto de técnicas, integração entre aviação e tropas de selva e o uso de tecnologia visam ampliar a capacidade de resposta a diferentes ameaças e garantir que as forças estejam preparadas para atuar em qualquer cenário na Amazônia.

Nos siga nas redes sociais

Últimas Notícias

- Advertisement - spot_imgspot_img

Notícias Relacionadas

K3 Scout: Royal Navy desativa câmeras de drones navais...

K3 Scout e a decisão de cortar a conectividade das câmeras, uma medida tomada após avaliação que...

Capelão da Marinha na Venezuela, 1º Tenente Padre Adilson...

Na sequência do terremoto de 24 de junho, o Capelão da Marinha atua junto ao 2º Contingente...

Veterano da FEB João Trela morre aos 102 anos...

Veterano da FEB João Trela morreu em 10 de agosto de 2026, integrou o Teatro de Operações...

Marinha visita LNCC para avaliar cooperação em computação de...

Delegação conheceu infraestrutura de processamento e discutiu projetos conjuntos de computação de alto desempenho, pesquisa e inovação...

NPOR em Maceió: alunos do Núcleo de Preparação de...

Treinamento prático focado no emprego de armamento coletivo NPOR, com exercícios de tiro na Metralhadora 7,62 mm...

BRACOLPER 2026 amplia interoperabilidade entre Marinhas do Brasil, Colômbia...

Operação multinacional mobiliza navios, helicóptero e fuzileiros para treinos de comunicação, GVI, resposta a ameaças transfronteiriças e...