Nova etapa busca ampliar a liderança do Cluster Naval do Rio de Janeiro na Economia Azul, consolidar inovação marítima e fortalecer parcerias entre indústria, universidades, centros de pesquisa e governo
O Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro inicia uma nova fase, com a transição administrativa marcada pela passagem de comando e pelo desafio de ampliar sua atuação na Economia Azul.
A saída de liderança, após um período de construção e consolidação, abre espaço para que o ecossistema avance em inovação, digitalização e sustentabilidade, em conexão com empresas e universidades.
Durante a gestão que se encerra houve maior articulação entre atores do setor marítimo, em um modelo que busca elevar a competitividade da indústria naval brasileira.
conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco
Encerramento de ciclo e legado de articulação
Após seis anos e meio à frente do Cluster, Walter Lucas da Silva encerra sua gestão deixando uma rede institucional mais madura e reconhecida nacional e internacionalmente.
Segundo as informações recebidas, a organização foi responsável pela realização de projetos, workshops, seminários, missões empresariais e conexões estratégicas, iniciativas que aproximaram empresas, centros de pesquisa e órgãos públicos.
Esse legado consolidou o Cluster como ambiente propício para gerar oportunidades e promover desenvolvimento tecnológico no setor naval.
Continuidade e prioridades da nova gestão
A presidência passa a ser ocupada por Carlos Henrique Silva Seixas, com a missão de dar continuidade às iniciativas e ampliar a inserção do Rio de Janeiro como referência na Economia Azul.
A nova liderança terá como prioridades a transformação digital da indústria naval, a sustentabilidade e a transição energética, além da expansão de oportunidades para pequenas e médias empresas.
O objetivo é manter a cooperação como vetor de competitividade, seguindo referências internacionais de clusters marítimos consolidados.
Impactos para formação, inovação e mercado
O fortalecimento do Cluster gerou efeitos além do ambiente empresarial, ao estimular formação profissional, pesquisa aplicada e a integração de fornecedores locais às cadeias produtivas ligadas ao mar.
Workshops e missões internacionais favoreceram a circulação de conhecimento e a inclusão de pequenas e médias empresas nas grandes cadeias, aumentando a competitividade regional.
Com infraestrutura portuária, indústria offshore e centros de pesquisa, o Estado do Rio de Janeiro soma ativos que podem ser melhor integrados pelo Cluster para promover desenvolvimento sustentável e geração de empregos qualificados.
Continuidade do projeto coletivo
A mudança de comando não é apenas administrativa, ela simboliza a continuidade de um projeto estratégico em que a cooperação entre indústria, academia e governo permanece no centro das ações.
Ao fortalecer o Cluster Naval do Rio de Janeiro, a expectativa é consolidar o mar como vetor de prosperidade econômica, inserção internacional e inovação marítima no Brasil.


