Operação com quase 20 dias de navegação integra Armada, Fuzileiros e Intendência, e orienta a decisão técnica e de liderança dos Aspirantes na Aspirantex 2026
A bordo de navios da Esquadra, futuros Oficiais enfrentam rotina real de mar, vivenciando processos que vão orientar suas escolhas profissionais dentro da Marinha, envolvendo manobra, combate naval e sistemas complexos.
Durante a travessia entre portos do Sudeste e do Nordeste, os Aspirantes experimentam a rotina embarcada e a convivência intensa que ajudam a formar lideranças capazes de tomar decisões sob pressão e atuar em operações conjuntas.
Esta etapa prática, que antecede a definição do Corpo e da habilitação profissional, expõe os candidatos às responsabilidades da carreira militar e ao contato com a sociedade, por meio de escalas e visitações públicas, conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil.
Imersão técnica que orienta escolha profissional
Entre os dias 10 e 30 de janeiro, a Marinha do Brasil conduziu a Operação Aspirantex 2026 com a participação de 253 Aspirantes da Escola Naval, que passaram quase 20 dias a bordo observando a operação dos meios navais e aeronavais.
“A Operação Aspirantex 2026 permite que os Aspirantes vivenciem, em ambiente real, o emprego dos meios navais e aeronavais da Esquadra”, e essa experiência é decisiva para compreender atribuições em eletrônica, propulsão, manobra e sistemas de armas, conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil.
Exercícios e plataformas que ampliam visão profissional
O contato com submarinos, navios de superfície e aeronaves expõe os Aspirantes a cenários como guerra antissubmarino, defesa aeroespacial, guerra eletrônica e cibernética, ampliando a percepção sobre a complexidade e responsabilidade de cada habilitação.
Ver de perto sensores, comunicações, máquinas e os processos de comando e controle ajuda na escolha entre as áreas da Armada, dos Fuzileiros Navais e da Intendência, já que cada função exige competências técnicas e de liderança específicas.
Formação humana, liderança e integração entre Forças
Além do aspecto técnico, a operação funciona como um laboratório de liderança, pela convivência embarcada e pelo cumprimento de rotinas intensas, que fortalecem disciplina e espírito de corpo.
A interação com alunos de outras escolas militares reforça a cooperação interforças e prepara Oficiais para atuar em missões conjuntas, assumindo responsabilidades sociais, de representação institucional e de diplomacia naval.
Presença estratégica e contato com a sociedade
As escalas em portos do Nordeste e do Sudeste cumprem papel de presença naval na Amazônia Azul, e as visitações públicas permitem que a população conheça os meios da Marinha e entenda a importância da defesa marítima e da segurança das linhas de comunicação.
Para os Aspirantes, esse contato externo reforça que a carreira vai além do ambiente militar, incluindo apoio à população e representação institucional, fatores que influenciam diretamente a escolha do rumo profissional.
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