Na manhã de 12 de janeiro de 2026, jovens alistadas em 2025 iniciaram a Seleção Complementar no Recife, com avaliações técnicas iguais aos homens, rumo ao Serviço Militar Inicial Feminino
Na manhã de 12 de janeiro de 2026, jovens que realizaram o alistamento militar em 2025 deram início à Seleção Complementar do Exército Brasileiro no Recife.
Pela primeira vez, mulheres avançam no processo para incorporação como Soldados, em um marco do Serviço Militar Inicial Feminino, o SMIF, no País.
O processo reúne testes físicos, médicos, psicológicos e análise documental, e as aprovadas serão incorporadas em março de 2026 para iniciar instruções básicas e formação militar.
conforme informação divulgada pelo Exército Brasileiro.
Como funciona a Seleção Complementar e o SMIF
A Seleção Complementar é a fase em que o Exército avalia aptidão física, médica, psicológica e documental dos conscritos, seguindo os mesmos critérios técnicos aplicados aos homens.
Para o Serviço Militar Inicial Feminino, o processo mantém o princípio da isonomia e os requisitos de capacidade operacional, sem distinções nos padrões de avaliação.
Locais de avaliação e cronograma de incorporação
As candidatas aprovadas foram conduzidas ao Colégio Militar do Recife, onde foram recebidas pelo General de Brigada Nonato, Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Nordeste.
As conscritas aprovadas servirão na Base Administrativa do Curado e no próprio Colégio Militar do Recife, com incorporação prevista para março de 2026.
Impacto institucional e social da incorporação feminina
A presença feminina como Soldados representa um marco institucional, ampliando o acesso ao serviço obrigatório e diversificando os perfis na tropa.
Do ponto de vista social, a medida reforça a igualdade de oportunidades, aproxima as Forças Armadas da sociedade e acompanha tendências de exércitos aliados, mantendo disciplina e hierarquia.
O que muda para as conscritas na rotina militar
As incorporadas iniciarão o Serviço Militar Inicial com instruções básicas, formação militar e adaptação à rotina castrense, conforme normas do Comando do Exército.
O Tenente-Coronel Augusto, comandante da Base, destacou que a incorporação feminina representa um avanço histórico e detalhou o cronograma e responsabilidades do serviço inicial.
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