domingo
29 março

Projeto COBRA do Exército: como o Sistema Combatente Brasileiro aumenta letalidade e proteção do soldado com coletes nível III-A, IA2, P320, visão térmica e conectividade C2

Projeto COBRA moderniza a tropa com uniformes têxteis, proteção balística nível III-A, sistema Molle, armamentos IA2 e P320, monóculos térmicos e integração aos sistemas de Comando e Controle

O Exército Brasileiro avança na modernização do combatente com o Projeto COBRA, conhecido como Sistema Combatente Brasileiro, que transforma o soldado num sistema integrado de combate.

O objetivo é elevar o poder de combate, a sobrevivência e a capacidade de dissuasão, com equipamentos pensados para operar em qualquer bioma do país.

No desenvolvimento estão uniformes, proteção balística e sensores que ampliam consciência situacional, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.

Tecnologia têxtil e proteção balística para diferentes biomas

O projeto introduz uma nova geração de uniformes operacionais com tecnologia têxtil avançada, que oferecem maior resistência, conforto térmico e redução da assinatura visual do combatente.

Também está prevista a adoção de proteção balística nível III-A, medida que, segundo a proposta, eleva significativamente a sobrevivência em ambientes de alta letalidade.

O uso do sistema Molle permite configuração modular dos equipamentos, garantindo ergonomia, mobilidade e adaptação a biomas como Amazônia, Caatinga e áreas urbanas.

Armamento, sensores e letalidade controlada

O Projeto COBRA prevê a substituição de plataformas antigas por armamentos modernos, destacando o fuzil IA2 e a pistola P320, em busca de precisão, confiabilidade e padronização logística.

Esses meios aumentam a letalidade controlada e a eficácia em operações convencionais e assimétricas, ao mesmo tempo que monóculos térmicos e sistemas de visão noturna ampliam a atuação em baixa visibilidade.

O emprego de monóculos térmicos e sensores amplia a consciência situacional, reduz vulnerabilidades e permite atuação eficaz em condições adversas.

Integração digital, comando e multiplicação de força

Um pilar do Programa é a integração do combatente aos sistemas de Comando e Controle, inserindo-o no conceito de campo de batalha digital.

Com conectividade em tempo real, o soldado passa a compartilhar informações, o que melhora a tomada de decisão nos níveis tático e operacional.

Ao operar como um sistema integrado, o combatente se torna um multiplicador de força, alinhado às tendências internacionais de guerra centrada em redes, reforçando a dissuasão e a prontidão da Força Terrestre.

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