Passeio marítimo do Rebocador Laurindo Pitta oferece imersão na história naval brasileira, com saídas regulares, roteiro por pontos turísticos e acesso às exposições do Espaço Cultural da Marinha
O navio-museu voltou a realizar o tradicional passeio pela Baía de Guanabara após reparos e melhorias estruturais, retomando a programação pública e os roteiros históricos.
O trajeto tem duração aproximada de 1h25, inclui pontos como Ilha Fiscal, Ilha das Cobras, Ilha de Villegagnon e Pão de Açúcar, e oferece a travessia até Niterói, com guia a bordo que contextualiza cada parada.
Os passeios ocorrem regularmente de quinta a domingo e feriados, com saídas às 13h15 e 15h, e, excepcionalmente em janeiro de 2026, de terça a domingo, e o ingresso inclui cortesia para outras atrações do Espaço Cultural da Marinha, conforme informação divulgada pelo Espaço Cultural da Marinha e pelo Departamento de História da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM).
O roteiro pela Baía de Guanabara
O embarque acontece na Orla Conde, entre o Largo da Candelária e a Praça XV, e o passeio percorre os pontos mais emblemáticos da baía, oferecendo vistas da Fortaleza de Santa Cruz e da baía do Rio de Janeiro.
Um guia especializado acompanha o trajeto, apresentando curiosidades históricas, fatos navais e informações culturais sobre cada local visitado, tornando a experiência educativa e acessível para o público em geral.
História e características do rebocador
Construído na Inglaterra em 1910, o navio é o único remanescente brasileiro da Primeira Guerra Mundial, tendo participado em 1918 da Divisão Naval em Operações de Guerra, missão que marcou a atuação do Brasil no esforço aliado.
Com 39 metros de comprimento, 514 toneladas de deslocamento e velocidade máxima de 11 nós, a embarcação também atuou na defesa do Porto do Rio de Janeiro durante a Segunda Guerra Mundial, representando um capítulo importante da história naval do país.
Patrimônio cultural, museu e educação
Restaurado em 1997 e convertido em navio-museu, abriga a exposição permanente “A Participação da Marinha na Primeira Guerra Mundial”, que permite ao visitante compreender o papel estratégico da Força Naval naquele conflito global.
Além do caráter turístico, a operação do navio cumpre função educativa, difundindo a história naval e promovendo a conscientização sobre a importância dos oceanos e da preservação ambiental.
Ao manter o navio em operação cultural, a Marinha reafirma o compromisso com a valorização da memória institucional e aproxima novas gerações da história marítima brasileira.
Para mais informações sobre horários e compra de ingressos, consulte o Espaço Cultural da Marinha ou os canais oficiais de divulgação do navio-museu.


