Segunda fase do Ciclo Pós-Escolar no CIAA reúne 97 Guardas-Marinha em 16 semanas de instrução prática voltada para habilitações de Máquinas, Armamento e Eletrônica
O Centro de Instrução Almirante Alexandrino recebeu os Oficiais-Alunos da Turma D. Pedro I para a segunda etapa do Ciclo Pós-Escolar, estágio decisivo para a formação técnica antes do embarque na Esquadra.
Na unidade, os futuros oficiais passarão por um período intenso de qualificação prática, com foco em sistemas e procedimentos que serão usados no serviço embarcado.
As informações sobre a movimentação da turma e o cronograma das atividades foram divulgadas pela própria unidade, conforme informação divulgada pelo Centro de Instrução Almirante Alexandrino.
Formação técnica especializada, o núcleo do Ciclo Pós-Escolar
Segundo a fonte, “O Centro de Instrução Almirante Alexandrino iniciou, em 26 de janeiro, uma etapa decisiva na formação dos futuros oficiais da Marinha do Brasil ao receber os 97 Guardas-Marinha da Turma “D. Pedro I” para a segunda fase do Ciclo Pós-Escolar (CPE).”
Na segunda fase, “A segunda fase do Ciclo Pós-Escolar representa um dos momentos mais relevantes da trajetória profissional dos Guardas-Marinha.”
O período no CIAA é composto por 16 semanas de ensino prático, com foco “nas habilitações de Máquinas (44 alunos), Armamento (38) e Eletrônica (15)”, áreas essenciais para o funcionamento e a capacidade operacional dos navios.
Do adestramento básico ao emprego real, a progressão do ensino naval
Antes de chegar ao CIAA, a turma passou pela etapa inicial no Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão, onde receberam instruções voltadas à rotina e às emergências a bordo.
O treinamento básico incluiu “Combate a Incêndio e Controle de Avarias (CAv)”, e, de acordo com a unidade, “Durante três semanas, militares dos Corpos da Armada e de Intendência foram submetidos a treinamentos que simulam situações críticas comuns ao ambiente naval.”
Essa sequência pedagógica preserva a lógica prática do ensino naval, do adestramento à especialização, garantindo que os Guardas-Marinha dominem tanto a operação dos sistemas quanto as respostas a incidentes.
Integração internacional e consolidação da formação no mar
A composição da Turma D. Pedro I traz ainda dimensão internacional, já que a unidade informou que a turma conta “com dois oficiais estrangeiros oriundos das Marinhas de Camarões e da Namíbia.”
Ao término da fase no CIAA, “os Oficiais-Alunos seguirão para a terceira e última etapa do Ciclo Pós-Escolar: a Viagem de Instrução a bordo do Navio-Escola Brasil.”
Na viagem, sob supervisão, os Guardas-Marinha aplicarão na prática os conhecimentos adquiridos na Escola Naval e no CPE, concluindo a preparação para o ingresso nas Organizações Militares da Marinha do Brasil.
Como acompanhar e participar
Leitores interessados em acompanhar a rotina de formação e sugerir pautas podem entrar em contato com o veículo que divulgou as informações, conforme indicado pela unidade responsável.
Para sugestões de matérias ou correções, a fonte informou o canal de contato, mantendo aberto o diálogo com a sociedade sobre a formação dos futuros oficiais.


