quinta-feira
5 fevereiro

Exército reforça presença na Amazônia com nova base do 18º RC Mec, obras do 6º BEC na Operação Lança ampliam mobilidade, manutenção e prontidão no extremo Norte

Ampliação da infraestrutura do 18º RC Mec na Amazônia aumenta capacidade de patrulhamento, manutenção de viaturas e resposta rápida, obras executadas pelo 6º BEC na Operação Lança

No dia 30 de janeiro, foi realizada uma visita de inspeção às obras das novas instalações do 18º Regimento de Cavalaria Mecanizado, em iniciativa voltada ao fortalecimento da presença militar no extremo Norte do país.

As intervenções fazem parte da **Operação Lança**, que busca ampliar infraestrutura, prontidão e capacidade logística do Exército na região amazônica, ambiente marcado por grandes distâncias e desafios operacionais.

As informações sobre a visita e o andamento das obras foram divulgadas pelo Comando Militar da Amazônia, conforme informação divulgada pelo Comando Militar da Amazônia.

Engenharia militar e execução direta das obras

A construção das novas instalações está sendo executada pelo 6º Batalhão de Engenharia de Construção, com execução direta para melhor controle de qualidade e adequação às necessidades operacionais da tropa.

Segundo a apresentação técnica no canteiro de obras, a infraestrutura contempla espaços para **manutenção de viaturas**, alojamento da tropa, comando e controle, e amplia a capacidade de emprego rápido da Cavalaria Mecanizada.

Os responsáveis destacaram dificuldades como condições climáticas severas, logística de materiais e adaptação ao terreno, desafios superados por meio de planejamento rigoroso e experiência acumulada da tropa de engenharia.

Impacto estratégico e presença do Estado

A nova base do 18º RC Mec representa um reforço concreto à presença permanente do Estado na Amazônia, contribuindo para patrulhamento, dissuasão e controle territorial em áreas sensíveis próximas a fronteiras e eixos logísticos.

Além do aspecto militar, a ampliação da infraestrutura tende a reforçar a sensação de segurança da população local e facilitar a integração entre as Forças Armadas e a sociedade, fortalecendo ações interagências quando necessário.

Em um teatro operacional como a região amazônica, onde o tempo de resposta é crítico, a infraestrutura adequada se traduz em vantagem operacional e maior capacidade de sustentação das operações.

Alto comando e coordenação operacional

A visita contou com a presença do Comandante Militar da Amazônia, General de Exército Luiz Gonzaga Viana Filho, e de outras autoridades de alto escalão, como o Comandante do 2º Grupamento de Engenharia e o Subcomandante do Comando Operacional Conjunto CATRIMANI II.

O comandante e sua comitiva foram recepcionados pelo comandante do 18º RC Mec e pelo comandante do 6º BEC, que apresentaram aspectos técnicos, operacionais e o cronograma da obra, com orientações estratégicas para o êxito da Operação Lança.

O reforço à presença militar, a capilaridade logística e a integração entre engenharia e comando operacional são apontados como vetores decisivos para manter uma capacidade dissuasória crível na região.

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