Crises em rotas marítimas internacionais podem encarecer petróleo, combustíveis, fretes e fertilizantes usados no Brasil. A análise que serve de base para esta notícia aponta riscos ligados a conflitos e outras interrupções, mas não apresenta estimativas de prejuízos já registrados no país.
O Estreito de Ormuz é uma passagem estratégica para o transporte de petróleo e gás. No Mar Vermelho, a insegurança na rota Bab el-Mandeb levou navios a contornar a África em algumas ligações entre Ásia e Europa. A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) documentou mudanças no tráfego e seus efeitos logísticos.
Para o Brasil, a exposição inclui a formação internacional dos preços do petróleo e a dependência de fertilizantes importados, estimada em cerca de 85% no material consultado. A instabilidade no Mar Negro também pode afetar preços e entregas de insumos, mas nem todas as importações brasileiras passam pela região. Os efeitos dependem da origem dos produtos, dos contratos, do câmbio e da disponibilidade de alternativas.
Os dados fornecidos indicam que os portos brasileiros movimentaram aproximadamente 1,4 bilhão de toneladas em 2025. O número mostra a relevância do transporte marítimo para a economia, mas, isoladamente, não permite calcular o impacto das crises. A fonte do material não foi identificada; por isso, as projeções foram tratadas como riscos, não como danos já comprovados.
Fontes: UNCTAD, citada no material de referência; dados oficiais do setor portuário, sem órgão ou publicação especificados; material de referência sem identificação de autoria ou publicação.
