Na vice-direção do DCTA, Eric Breviglieri terá papel central na coordenação de pesquisa, inovação e integração com a indústria de defesa para fortalecer a autonomia tecnológica do Brasil
O Major-Brigadeiro do Ar Eric Breviglieri assumiu, neste mês, a vice-direção do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, além do comando da Guarnição de Aeronáutica de São José dos Campos.
A passagem de função foi realizada pelo Major-Brigadeiro Engenheiro Luciano Valentim Rechiuti, em ato que busca garantir a continuidade administrativa e operacional em projetos sensíveis à soberania nacional.
O DCTA atua integrando pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e suporte às operações da Força Aérea Brasileira, áreas consideradas críticas para a autonomia do país.
conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco
Continuidade administrativa e avanço de programas estratégicos
A transição é descrita como planejada, com foco em preservar o andamento de programas de longo prazo, incluindo sistemas aeronáuticos, tecnologias de defesa e sensores avançados.
A permanência de gestão em alto nível é vista como essencial para manter o ritmo de entregas e consolidar resultados que impactam diretamente a capacidade operacional da FAB.
Integração com a Base Industrial de Defesa
Além do papel técnico, o DCTA funciona como ponte entre a FAB, centros de pesquisa e a Base Industrial de Defesa, estimulando soluções nacionais e reduzindo dependências externas.
Durante a cerimônia, esteve presente o Tenente-Brigadeiro R1 Jose Augusto Crepaldi Affonso, representando a ABIMDE, o que reforça a articulação institucional para o avanço da tecnologia aeroespacial brasileira.
Soberania tecnológica e impacto econômico
Com a chegada de Eric Breviglieri à vice-direção, a expectativa é pela continuidade no fortalecimento de programas que ampliem a autonomia da Força Aérea e do setor industrial nacional.
O trabalho do DCTA é apresentado como vetor de poder nacional, alinhando defesa, inovação e desenvolvimento econômico e ampliando a competitividade do Brasil no cenário global.
Em linhas gerais, a troca de comando reforça a estabilidade institucional em um dos principais polos de inovação da FAB e busca assegurar que projetos estratégicos sigam sem interrupção.


