Estágio de Mergulho a Ar e Resgate 2026/4 capacita cadetes da AMAN em técnicas de salvamento subaquático na EsEFEx, com coordenação técnica do CIOpEsp e CDCA
Três curtos parágrafos a seguir introduzem a matéria e criam o gancho para os detalhes sobre o treinamento, a estrutura e os objetivos do estágio.
Os exercícios mostram a integração entre instrução técnica e esforço físico, preparando futuros oficiais para operações em ambientes aquáticos complexos.
Detalhes sobre data, participantes, local e coordenação técnica seguem abaixo, com ênfase nas competências desenvolvidas, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco
O que ocorreu, quando e quem participou
Na manhã de 15 de julho de 2026, os cadetes do 4º ano do Curso de Engenharia da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) realizaram uma instrução no complexo aquático da Escola de Educação Física do Exército (EsEFEx), no Rio de Janeiro.
A atividade integrou o Estágio de Mergulho a Ar e Resgate 2026/4, coordenado pelo Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOpEsp), e teve apoio das instalações do Centro de Desenvolvimento de Capacidades Aquáticas (CDCA).
Técnicas praticadas e objetivos operacionais
O estágio exigiu a execução de procedimentos de deslocamento subaquático, técnicas de resgate e protocolos de segurança em ambiente controlado.
O foco foi proporcionar contato prático com métodos adotados em operações de busca e salvamento, simulando cenários que podem ocorrer em rios, lagos, represas e áreas alagadas.
Ao aplicar essas técnicas, a instrução reforça a padronização de procedimentos e a capacidade dos cadetes de atuar em missões especializadas, em conformidade com as diretrizes do CIOpEsp.
Preparação física e atributos desenvolvidos
Além do domínio técnico, os exercícios colocaram à prova resistência cardiorrespiratória, controle respiratório, força de membros superiores e inferiores e coordenação motora.
Os treinamentos também visaram desenvolver disciplina, autocontrole, raciocínio sob pressão e tomada de decisões rápidas, competências essenciais para a atuação em situações de risco elevado.
Essa combinação de preparo físico, técnica e resistência psicológica contribui para a formação de oficiais capazes de liderar com eficácia em diferentes cenários operacionais.
Integração institucional e impacto na prontidão
A utilização das instalações da EsEFEx, referência nacional em preparação física militar, demonstra a cooperação entre unidades do Exército Brasileiro para otimizar a formação dos cadetes.
O trabalho conjunto entre AMAN, CIOpEsp e EsEFEx permite unir infraestrutura especializada, conhecimento técnico e metodologias modernas, ampliando a prontidão da Força Terrestre para missões que demandam capacidade de resposta subaquática.
Ao concluir esta etapa do Estágio de Mergulho a Ar e Resgate 2026/4, os cadetes ampliam competências operacionais e reforçam a tradição de excelência na formação militar brasileira.


