No Arsenal de Guerra do Rio, a inspeção à FMCE/IMBEL, no dia 4 de março de 2026, destacou investimentos, modernização e integração entre CTEx, IMBEL e o DCT
A visita reforçou o papel do sistema de ciência e tecnologia do Exército na ampliação da capacidade industrial nacional.
O chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia, General de Exército Hertz Pires do Nascimento, conduziu atividades voltadas à inspeção técnica da unidade de comunicações e eletrônica.
Entre os objetivos estiveram a verificação da capacidade produtiva e o alinhamento entre inovação e fabricação, com foco na autonomia tecnológica, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco
Agenda e participantes
A agenda teve atos de inspeção na Fábrica de Material de Comunicações e Eletrônica (FMCE/IMBEL) e reuniu autoridades do sistema de ciência e tecnologia e da indústria militar.
Participaram da comitiva o General de Exército Hertz Pires do Nascimento, o General de Divisão Tales Eduardo Areco Vilella, diretor de Fabricação, o General de Divisão Alexandre Martins Castilho, chefe do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), o General de Divisão R1 Ricardo Rodrigues Canhaci, diretor-presidente da Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL), e o Coronel R1 Adler Moura, chefe da Fábrica de Material de Comunicações e Eletrônica (FMCE).
Integração entre ciência, tecnologia e produção militar
A visita ressaltou a integração entre pesquisa, desenvolvimento e produção, pilares essenciais para a modernização das capacidades da Força.
O encontro entre DCT, CTEx e IMBEL reforça a coordenação necessária para transformar projetos e protótipos em equipamentos operacionais, ampliando a autonomia do Exército.
O foco na Fábrica de Material de Comunicações e Eletrônica (FMCE/IMBEL) evidencia o esforço conjunto para atender demandas de comunicações e eletrônica militar.
Investimentos e modernização
Durante a passagem pelo Arsenal, o General Hertz Pires do Nascimento destacou as obras e investimentos destinados à modernização da infraestrutura e ao aumento da capacidade produtiva.
Essas ações integram o esforço institucional para fortalecer a base industrial de defesa e a capacidade nacional de produção de equipamentos e sistemas militares.
Além disso, a unidade reafirma sua importância histórica, com destaque para a informação de que o Arsenal conta com Com mais de 260 anos de história, contribuindo para a produção de materiais estratégicos e para o fortalecimento operacional do Exército Brasileiro.
Papel estratégico dos Arsenais de Guerra
O chefe do DCT ressaltou a relevância dos Arsenais de Guerra na produção, manutenção e modernização de material militar, e a confiança no trabalho de militares e servidores do sistema de ciência e tecnologia.
Para o Exército, a manutenção dessa estrutura industrial é essencial para garantir prontidão e autonomia frente a demandas operacionais e tecnológicas.


