Durante a Operação Furnas 2026, demonstrações com o Simulador de Tiro do MAX 1.2 AC destacaram ganhos em capacitação, segurança e eficiência no adestramento das tropas
A SIATT apresentou em ambiente operacional as capacidades do Simulador de Tiro do MAX 1.2 AC, promovendo demonstrações práticas e exercícios que reproduzem todas as etapas do emprego do míssil.
O equipamento permite treinos intensivos sem o uso sistemático de munição real, ampliando a quantidade de operadores treinados e reduzindo custos e desgaste de material.
As atividades integraram desenvolvedores, engenheiros e usuários finais para validar funcionalidades, avaliar desempenho e colher sugestões de aprimoramento, conforme informação divulgada pela SIATT.
Simulador reproduz ciclo completo de emprego do míssil
O Simulador de Tiro reproduz integralmente o ciclo de emprego do míssil, desde o carregamento do lançador até o engajamento do alvo, permitindo que operadores pratiquem procedimentos técnicos em ambiente altamente realista.
Além disso, o sistema possibilita configurar cenários variados, rotas de deslocamento dos alvos, distâncias de engajamento e fatores ambientais como intensidade do vento, luminosidade e visibilidade.
Ao término de cada exercício, a plataforma registra indicadores de desempenho do operador, possibilitando avaliar evolução, identificar oportunidades de aperfeiçoamento e padronizar processos de instrução.
Tecnologia nacional e confiança das Forças Armadas
O MAX 1.2 AC é apresentado como um avanço da indústria brasileira no segmento de sistemas de armas inteligentes, e o uso do simulador pelo Exército Brasileiro e pela Marinha do Brasil reforça a aceitação da solução.
Ao substituir parte dos treinamentos com munição real por ambientes virtuais de alta fidelidade, as Forças Armadas ampliam o número de militares capacitados, reduzem o desgaste dos equipamentos e otimizam recursos destinados ao adestramento.
A presença da indústria em exercícios operacionais também acelera ajustes técnicos e incorporações de necessidades práticas levantadas por quem irá utilizar os sistemas em campo.
Operação Furnas como ambiente de validação tecnológica
Realizada em São José da Barra, a Operação Furnas 2026 reuniu “cerca de 2 mil militares” do Corpo de Fuzileiros Navais, além de representantes de nações amigas e empresas da Base Industrial de Defesa.
O exercício, que está em desenvolvimento “Desde 22 de junho”, concentrou atividades voltadas às operações ribeirinhas, missões de paz, apoio à Defesa Civil e experimentação de novas tecnologias em ambiente operacional.
A participação da SIATT permitiu que o Simulador de Tiro do MAX 1.2 AC fosse avaliado diretamente pelos militares responsáveis por sua futura utilização, fortalecendo a validação técnica em condições reais de emprego.
Integração indústria, pesquisa e Forças Armadas
A aproximação entre fabricantes, centros de pesquisa e usuários finais impulsiona inovação, gera empregos qualificados e estimula investimentos em pesquisa e desenvolvimento no setor de defesa.
Essa integração contribui para a autonomia tecnológica nacional, amplia a competitividade da indústria brasileira no mercado internacional e acelera a modernização da capacidade operacional das Forças Armadas.
Com demonstrações práticas durante a Operação Furnas 2026, a SIATT reforçou o papel da Base Industrial de Defesa na oferta de soluções voltadas ao adestramento, à prontidão operacional e à modernização das Forças Armadas.


