Durante a Operação ADEREX AERNAV/LANÇAMENTO DE ARMAS II, entre 13 e 22 de julho, o treinamento no Navio-Aeródromo Multipropósito Atlântico aumentou a integração, preparo e capacidade logística da Aviação Naval
Em alto mar, a atividade teve foco no aperfeiçoamento das operações aéreas embarcadas, com manobras que simulam condições reais de emprego de helicópteros em missões navais.
Pilotos e tripulantes do 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução, EsqdHI-1, realizaram qualificações e exercícios práticos a bordo do Navio-Aeródromo Multipropósito Atlântico, visando elevar a prontidão operacional.
As ações incluíram transporte de cargas entre navios e treinamentos voltados ao preparo de futuros Aviadores Navais, conforme informação divulgada pela Marinha do Brasil.
Qualificação de pouso a bordo e manutenção de habilitação
Entre 13 e 22 de julho, o esquadrão desenvolveu exercícios de Qualificação e Requalificação de Pouso a Bordo, conhecidos pela sigla QRPB, essenciais para manter a habilitação dos pilotos.
Durante as atividades, a tripulação praticou aproximações, pousos e decolagens em convoos, aperfeiçoando técnicas de operação no ambiente marítimo e garantindo segurança em diferentes condições.
Emprego do IH-18 e treinamento do EsqdHI-1
O EsqdHI-1 empregou a aeronave IH-18 em missões de instrução embarcada, combinando simulações de missão com exercícios reais de pouso, requalificação e coordenação com a ponte de voo.
O uso do IH-18 permitiu treinar procedimentos complexos e preparar novos Aviadores Navais para operações embarcadas, reforçando a proficiência da Aviação Naval.
Missões VERTREP e fortalecimento da logística
As operações incluíram missões de Vertical Replenishment, VERTREP, modalidade que utiliza helicópteros para transporte de cargas externas entre navios, elevando a capacidade logística da Esquadra.
As atividades aprimoraram técnicas de movimentação aérea de materiais e a coordenação entre aeronaves e navios em cenários de elevada complexidade operacional.
Integração entre Esquadra e Aviação Naval
Além do treinamento técnico, a campanha promoveu maior integração entre o EsqdHI-1 e os demais meios da Esquadra, fortalecendo procedimentos operacionais conjuntos e interoperabilidade.
O ciclo de exercícios contribuiu para ampliar a prontidão, a segurança das operações e o preparo dos futuros Aviadores Navais, com reflexos diretos na capacidade de atuação da Marinha em operações no mar.


