sábado
7 março

Exército inutiliza pista do garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami em ação da Operação Catrimani II, usando 400 quilos de explosivos e H-60 “Black Hawk”

Operação Catrimani II interditou via clandestina no Xitei, Pupunha, cortou rota de abastecimento do garimpo ilegal e reforçou presença do Estado na Amazônia

O Exército Brasileiro inutilizou uma pista clandestina usada pelo garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, durante ações da Operação Catrimani II na região do Xitei, conhecida como Pupunha.

A ação envolveu planejamento prévio, reconhecimento do terreno e intervenção técnico-operacional do Pelotão Especial de Fronteira, com emprego de meios aéreos e apoio de inteligência.

Para garantir a inutilização total da estrutura foram aplicados 400 quilos de explosivos, e o transporte de pessoal e equipamentos foi feito por aeronave H-60 “Black Hawk”, conforme informação divulgada pelo Exército Brasileiro.

Ação técnico-operacional na região do Xitei

O trabalho começou com o vasculhamento da área pelo Pelotão Especial de Fronteira, que realizou o reconhecimento do terreno e o levantamento de riscos antes da interdição.

O planejamento definiu o ponto de aplicação dos explosivos para inutilizar totalmente a pista clandestina, interrompendo uma rota estratégica de abastecimento do garimpo ilegal na região.

Meios empregados e mobilidade

A operação foi conduzida sob o âmbito do Comando Operacional Conjunto Catrimani II, em coordenação com a Casa de Governo em Roraima, e fez uso combinado de inteligência, tropa especializada e meios aéreos.

O transporte de pessoal, material e equipamentos por H-60 “Black Hawk” ampliou a mobilidade e a capacidade de resposta em área remota, demonstrando prontidão operacional em ambiente de selva.

Impacto ambiental, proteção às comunidades e presença do Estado

A inutilização da pista afeta diretamente a logística do garimpo ilegal, dificultando o fluxo de insumos, combustível e apoio humano, e contribuindo para reduzir a pressão sobre a Terra Indígena Yanomami.

A presença do garimpo tem provocado desmatamento, degradação de cursos d’água e riscos à saúde das comunidades indígenas, e a operação busca cortar linhas de abastecimento para mitigar esses efeitos.

Além do caráter repressivo, a iniciativa integra estratégias de prevenção, monitoramento e dissuasão de ilícitos transfronteiriços, fortalecendo a soberania e a presença institucional na Amazônia.

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