Em Pacaraima, a Operação Controle amplia a vigilância na fronteira, combinando mobilidade, prontidão e coordenação interagências para enfrentar ilícitos e proteger a soberania
A Operação Controle, conduzida pelo 10º Grupo de Artilharia de Campanha de Selva, reforça a vigilância na fronteira em Pacaraima, Roraima, com foco em coibir crimes transfronteiriços e ampliar a presença do Estado na região.
As ações incluem monitoramento ampliado, operações conjuntas com órgãos de controle migratório e apoio a estruturas federais e estaduais de segurança pública, para atuar em um ambiente marcado por desafios logísticos e fluxo migratório sensível.
O emprego do 10º GAC SL busca não só a repressão de ilícitos, como também projetar presença institucional e capacidade de dissuasão em uma das áreas mais estratégicas da Amazônia, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.
Vigilância reforçada na faixa de fronteira
O trabalho do 10º Grupo de Artilharia de Campanha de Selva amplia o monitoramento na faixa de fronteira, contribuindo para a prevenção e repressão de crimes transfronteiriços. A vigilância na fronteira passa por patrulhas, observação e ações que aumentam a capacidade de identificação de rotas e de controle do fluxo.
Essa ampliação da presença militar melhora a prontidão e a mobilidade das forças no terreno, permitindo respostas mais rápidas a ocorrências e maior controle sobre áreas de difícil acesso.
Integração entre Forças Armadas e órgãos civis
A Operação Controle atua em coordenação com órgãos de controle migratório e com estruturas de segurança públicas federais e estaduais, fortalecendo a capacidade de resposta a ilícitos e o compartilhamento de esforços operacionais.
Essa integração amplia a efetividade das ações em um cenário complexo, onde a cooperação interagências é essencial para lidar com o fluxo migratório e com crimes que aproveitam as fragilidades na fronteira.
Presença militar como vetor de estabilidade regional
Além do combate direto a ilícitos, a presença do Exército em Pacaraima reforça a atuação do Estado em uma região sensível para a soberania nacional. Operações de presença, como essa, têm efeito dissuasório e contribuem para a estabilidade local.
O 10º GAC SL reafirma seu papel na Amazônia, invocando o lema “O Maior Poder de Fogo da Amazônia”, como parte da projeção de força e da capacidade operacional empregada na área.
Impactos e desafios operacionais
As ações enfrentam desafios logísticos e ambientais típicos da região amazônica, mas reforçam mobilidade, coordenação e apoio interinstitucional. A presença contínua das tropas e a integração com agências civis são apontadas como estratégias para ampliar controle e proteção dos interesses nacionais.
Com a Operação Controle, a vigilância na fronteira ganha ênfase, buscando reduzir ilícitos transfronteiriços e fortalecer a atuação estatal em uma das áreas mais sensíveis do país.


